“P.s.: ainda amo você” – Resenha

Essa resenha pode conter spoilers para quem ainda não leu “Para todos os garotos que já amei”.

“NOVO CONTRATO DE LARA JEAN E PETER

• PETER NÃO VAI SE ATRASAR MAIS DO QUE CINCO MINUTOS.

• LARA JEAN NÃO VAI OBRIGAR PETER A FAZER QUALQUER TIPO DE ARTESANATO.

• PETER NÃO PRECISA LIGAR PARA LARA JEAN TODAS AS NOITES ANTES DE IR DORMIR, MAS PODE LIGAR SE TIVER VONTADE.

• LARA JEAN SÓ VAI A FESTAS SE TIVER VONTADE.

• PETER VAI DAR CARONA PARA LARA JEAN SEMPRE QUE ELA QUISER.

• LARA JEAN E PETER VÃO SEMPRE CONTAR A VERDADE UM PARA O OUTRO.

Só tem uma coisa, uma coisa importante da qual quero ter certeza.

— Peter.

— Que foi?

— Não quero que a gente parta o coração um do outro.

Peter ri e acaricia minha bochecha.

— Você está planejando partir meu coração, Covey?”

IMG_4015.JPG

“P.s.: Ainda amo você” é a aguardada sequência do best-seller “Para todos os garotos que já amei” — publicação ed. Intrínseca — e trouxe o desfecho dessa duologia que tomou meu coração.

O romance, mais uma vez, traz à tona a problemática da adolescência. O mais legal é que Jenny Han mostra como, apesar de simples, ela é séria. É como se um adulto conversasse com uma criança de igual para igual. Ela não faz esses dramas parecerem menores ou desimportantes. Ela os trata com divertimento, mas com delicadeza.

Na sequência podemos notar o amadurecimento da personagem principal, bem como de Kitty, sua irmã mais nova, e a forma como elas encaram o novo rumo que esse volume tomou. Além, é claro, do relacionamento delas como irmãs e em família, magnificamente bem construído pela autora.

Amo. Ele disse ‘amo’. Fico tonta. Sou uma garota amada por um garoto, e não só pelas irmãs, pelo pai e pelo cachorro. Um garoto com sobrancelhas lindas e cheio de truques.”

A Lara Jean é a mais romântica das irmãs Song. Por isso ela escreveu cartas, em primeiro lugar, por isso ela se dedica a fazer cartões nos dias de São Valentim, e sobremesas cheias de enfeites. As cenas que a autora constrói para enfatizar esse traço são as melhores. Os acontecimentos mais simples tecem a história do jeito mais encantador que já li nos livros YA. E para provar que é uma boa nerd, até referências da cultura pop a autora usa.

“Na sexta, levo os biscoitos de limão e escrevo o número da camisa dele na bochecha, o que deixa Peter feliz da vida. Ele me abraça e me joga no ar, com um sorriso enorme no rosto. Fico me sentindo culpada por não ter feito isso antes, porque foi preciso um esforço mínimo da minha parte para fazê-lo feliz. Percebo agora que são as pequenas coisas, os pequenos esforços, que mantêm um relacionamento.”

Qualquer um que já foi ou é adolescente vai se identificar em algum momento da trama e vai terminar a história abraçando o livro e querendo mais. Doce como o doce mais doce das sobremesas da Lara Jean.

“Então, pego a mão dele e a coloco no meu peito, sobre o coração.

— Você tem que cuidar bem dele, porque é seu.”

Anúncios

“Um mais Um” – Resenha

“A lei da probabilidade combinada com a lei dos grandes números estabelece que, para vencer as dificuldades, de em vez quando temos que repetir algumas vezes um acontecimento para conseguir o resultado almejado. Quanto mais se faz, mais perto se chega. Ou, como explico para minha mãe, às vezes, basicamente, só precisamos insistir.”

Avaliei com 5/5 estrelas no Skoob. Essa é a segunda obra da Jojo Moyes que leio e a segunda que vai para minha lista de favoritos. ❤


Um mais Um

S I N O P S E

Há dez anos, Jess Thomas ficou grávida e largou a escola para se casar com Marty. Dois anos atrás, Marty saiu de casa e nunca mais voltou. Fazendo faxinas de manhã e trabalhando como garçonete em um pub à noite, Jess mal ganha o suficiente para sustentar a filha Tanzie e o enteado Nicky, que ela cria há oito anos.

Jess está muito preocupada com o sensível Nicky, um adolescente gótico e mal-humorado que vive apanhando dos colegas. Já Tanzie, o pequeno prodígio da matemática, tem outro problema: ela acabou de receber uma generosa bolsa de estudos em uma escola particular, mas Jess não tem condições de pagar a diferença. Sua única esperança é que a menina vença uma Olimpíada de Matemática que será disputada na Escócia. Mas como eles farão para chegar lá?

Enquanto isso, um dos clientes de faxina de Jess, o gênio da computação, Ed Nicholls, decide se refugiar em sua casa de veraneio por causa de uma denúncia de práticas ilegais envolvendo sua empresa. Entre ele e Jess ocorre o que pode ser chamado de ódio à primeira vista.

Mas quando Ed fica bêbado no pub em que Jess trabalha, ela faz questão de deixá-lo em casa, em segurança. Em parte agradecido, mas principalmente para escapar da pressão dos advogados, da ex-mulher e da irmã — que insiste em que ele vá visitar o pai doente —, Ed oferece uma carona a Jess, os filhos e o enorme cão da família até a cidade onde acontecerá o torneio.

Começa então uma viagem repleta de enjoos, comida ruim e engarrafamentos. A situação perfeita para o início de uma história de amor entre uma mãe solteira falida e um geek milionário.

Um mais um

C O N S I D E R A Ç Õ E S

Otimista é a palavra que define cada uma das 320 páginas dessa obra, que me rendeu tanto boas risadas quanto lágrimas, durante algumas madrugadas de pura êxtase literária.

Com o seu mais afiado tom de humor, a autora narra sobre família, superação e sobre algumas “montanhas” que, às vezes, precisamos subir e descer, seja por nós mesmos ou por aqueles que amamos.

A obra é principalmente sobre se relacionar em família, desde estimular as qualidades uns dos outros até a maneira de lidar com os defeitos de cada qual dentro de um clã.

Moyes criou personagens que erram, mas que não se contentam, persistem e mostram que unidos são capazes, sim, de mover umas montanhas e conquistar tudo. Mesmo que – com tudo – eu esteja me referindo a narrar todo um livro juntos, cada um a sua maneira num capítulo, sem comprometer nada da essência da história.


Se você já leu, não deixe de contar nos comentários sua opinião! ❤

“Para todos os garotos que já amei” – Resenha

Para todos os garotos que já amei” é um romance de Jenny Han, autora bestseller do NYTimes, e no Brasil foi publicado pelo editora Intrínseca.

Avaliei com 4/5 estrelas no Skoob.


IMG_1287

Lara Jean é uma adolescente romântica. Amou cinco garotos, platonicamente, durante sua vida. Quando sente que não está mais apaixonada, Lara Jean escreve uma carta de despedida e guarda em uma caixa azul-petróleo em seu guarda-roupa. Ela vive com seu pai e suas duas irmãs, Margot e Kitty. E há Josh, namorado de Margot que é muito próximo de todos eles.

Acontece que a família se vê incompleta quando Margot termina com Josh assim que se muda para a Escócia em busca de finalmente viver sua vida dos sonhos na faculdade.

Quando Margot viaja, Lara Jean sente a irmã se distanciar muito além da física das relações, e logo o peso e a responsabilidade de ser a nova irmã mais velha e mãe de seu lar cai sobre ela. Seu pai também está sofrendo os efeitos do “ninho vazio”, e adota a ideia de jogar coisas antigas e desnecessárias fora.

Lara Jean tem o intuito de continuar com sua rotina habitual, a fim de esquecer a falta de Margot, quando continua se encontrando com Josh. É então que ela percebe que velhos sentimentos podem estar germinando em seu coração.

Como se estar apaixonada pelo ex-namorado da sua irmã não fosse suficiente, um dia, Lara Jean acorda e descobre que em meio as tantas coisas que seu pai andou se desfazendo estava sua caixa azul-petróleo, e que suas cartas de amor foram devidamente enviadas a seus respectivos remetentes. E isso inclui Josh, Peter Kavinsky – o garoto mais bonito e popular do colégio -, e mais outros três rapazes que ela nem ao menos tem contato.

A protagonista quer se provar independente, afinal ela tem toda a pressão de suas novas responsabilidades, e então decide resolver essa confusão por conta própria. Quando Josh resolve questioná-la sobre a carta, Lara Jean tem o intuito de contornar a situação, no entanto, acaba criando um novo embaraço para sua vida.

IMG_1215

O livro tem alguns clichês como a garota rica, linda e malvada do colégio, com nome de vilã – Genevieve – que vai aprontar bastante com Lara Jean, mas, apesar disso, Jenny Han sabe como escrever um bom young adult com personagens reais cujos conflitos e pensamentos correspondem a sua faixa etária. Pude me identificar com alguns traços da personalidade da protagonista, o que me permitiu uma leitura fluida e muito agradável. Além disso, suas muitas gafes me renderam boas gargalhadas.

O livro possui uma sequência já publicada nos EUA, “P.s: Ainda amo você”, e será lançado no Brasil no primeiro semestre de 2016, pela editora Intrínseca. Para os ansiosos de plantão, você pode encomendar o segundo livro “P.S: I Still Love You” em inglês, pelo site britânico BookDepository – o frete é grátis por esse link. 🙂

Leitura mais do que recomendada para os amante de YA que estão à procura de uma narrativa adorável tanto quanto cômica. Lara Jean e os personagens secundários que compõem a sua história prometem momentos encantadores de leitura.


O livro está disponível nas grandes livrarias do país e você também pode comprar online e aproveitar que Amazon está no BOOKfriday!

Já leu ou tem vontade de conhecer as obras da Jenny Han? Conta para mim nos comentários. 😉 ❤

“Toda Luz Que Não Podemos Ver” – Resenha

“Abram os olhos e vejam o máximo que puderem antes que eles se fechem para sempre”

Avaliei com 5 estrelas no Skoob.


“Toda Luz Que Não Podemos Ver” de Anthony Doerr, vencedor do Prêmio Pulitzer de ficção, intercala narrativas que contam a história de dois adolescentes durante a Segunda Guerra Mundial.

IMG_1217

Paris, França.

Marie-Laure é uma menina cega que vive com seu pai, Daniel LeBlanc, em Paris. Porém, quando a cidade é ocupada pelos nazistas no início da Guerra, o Museu confidencia a sua mais preciosa pedra ao pai de Marie, e os dois seguem para a residência de um parente na cidade de Saint-Malo, foragidos.

Em Saint-Malo, o pai de Marie constrói uma maquete da cidade para que a filha possa conhecer e andar pelas ruas em momentos oportunos. Dessa forma, Marie-Laure, menina de grande inteligência e rápido aprendizado, estará familiarizada com a cidade.

Alemanha nazista.

A única família de Werner, nosso segundo protagonista, é Jutta. Porém, os dois são obrigados a se afastar quando os dons e a mente brilhante de Werner chamam a atenção de uma escola nazistas e uma vaga é conferida a Werner. De repente, o menino se vê escapando de uma vida de trabalho nas minhas de carvão mineral, que custou a vida de seu pai. Werner, no entanto, logo percebe que essa não é a oportunidade que imaginou em seus melhores sonhos.

IMG_0913

A obra nos faz encarar a 2ª Guerra por ângulos impopulares. O título, inclusive, é uma referência a essas histórias desconhecidas dessa época histórica.

“Há inúmeras histórias invisíveis ainda enterradas dentro da Segunda Guerra Mundial – histórias de crianças normais, por exemplo, são uma espécie de “luz” que normalmente não vemos. Em última análise, o título foi concebido como uma sugestão de que nós gastamos muito tempo focados em apenas uma pequena fatia do espectro de possibilidades.” Anthony Doerr

Cada exemplar possui 528 páginas com capítulos bem curtos, uma forma que Anthony Doerr encontrou de ser gentil com o leitor.

O livro, em 3ª pessoa, constrói uma narrativa impecável, na medida que Anthony Doerr se preocupa em sentir o universo junto com seus personagens. É uma obra que trata das atrocidades da Guerra, mas que se preocupa principalmente em mostrar a humanidade das vítimas mesmo quando se trata de sobrevivência. É um livro que me fez lembrar porque amo a literatura, em primeiro lugar.


Já leu ou ficou com vontade de ler? Conta nos comentários ❤

Cidades de Papel – Crítica do filme

Na presença do autor de Cidades de Papel, John Green, a FOX Film promoveu a première mundial da adaptação literária no Cine Odeon, no Rio de Janeiro nesta quarta-feira (01). O filme teve início às 21h30, mas desde a manhã já havia fãs reunidos em frente ao local do evento para ver o autor que chegaria às 20h. E eu, Mile, do Books on First, tive o fortúnio de receber um desses convites. (Acompanhem a história aqui).

Cidades de Papel, filme de Jake Schreier, é a segunda adaptação dos livros de John Green e teve a mesma equipe de roteiro de A culpa é das estrelas, Scott Neustadter e Michael H. Weber. A data de estreia no Brasil é 09 de julho.

paper-towns-poster

O longa narra a história da amizade de infância de Quentin Jacobsen, que sempre prezou por discrição e Margo Roth Spiegelman, constantemente em busca de mistérios e aventuras. O casal de amigos se afasta na adolescência, até que no último ano do colégio, Margo surge na janela de Q vestida de ninja e o recruta para uma de suas missões.

A adaptação faz jus a narrativa do livro e consegue capturar a essência da história de John Green, que admitiu preferir o filme à própria obra escrita por ele. “Deveria ter escrito assim há 8 anos”, brincou durante a coletiva de imprensa no Copacabana Palace.

O humor do autor, assim como em seu livro, é perceptível durante todo o longa. Diferente do primeiro filme adaptado de Green, Cidades de Papel esquiva-se do tema dramático e vai ao encontro de uma hilaridade sem precedentes. Se lágrimas rolarem, serão de boas risadas.

O filme é simplista e apesar de contar com uma narrativa fluida e fácil, apresenta cenas corridas. O motivo, é claro, poupar o espectador de detalhes da obra literária que não chamam tanta atenção em imagens de vídeo. A duração é de 1h45min.

Cara Delevingne surpreendeu a todos ao interpretar Margo. Antes da sessão no Odeon, John Green fez um discurso e incluiu sua parabenização ao elenco, inclusive à Delevingne, que além de atriz é uma das modelos mais cobiçadas da atualidade, afirmando que Cara, melhor que ninguém, sabe como é carregar as expectativas colocadas pelas pessoas ao seu redor, comparando-a com a popular personagem que interpreta.

Além disso, Nat Wolff, que não compareceu à sessão por precisar voltar aos EUA na tarde do mesmo dia por motivos pessoais, junpaper towns_to com Austin Abrams, Justice Smith, Halston Sage e Jaz Sinclair, que interpretaram, respectivamente, Quentin, Ben, Radar, Lacey e Angela, honraram os personagens que mais pareciam amigos de longa data. O diretor relatou que fez questão de reservar um período antes das filmagens de fato começarem para que os atores pudessem transmitir nas gravações esse entrosamento de forma honesta.

Antes da exibição do filme, foi prometido pela organização do evento uma surpresa dentro das cenas gravadas. Lá para a metade do filme, fomos surpreendidos com uma maravilhosa e inesperada cena que arrancou suspiros e uivos de aprovação de toda a sessão. Apesar de inesperado, tenho certeza que os fãs de John Green, assim como eu, vão aclamar a surpresa.

O filme é destinado ao público adolescente/jovem e aborda questões como a amizade e como o amor pode nos fazer enxergar o outro. A história também trata de refletir sobre a artificialidade das coisas, pessoas e cidades, criada principalmente por essa romantização concebida pela nossa cultura. Segundo o autor, valorizamos tanto o amor platônico que não entendemos a importância da amizade, e impedimos a nós mesmos de enxergar as pessoas como meros seres humanos que são, e nada além de disso.

“The town was paper, but the memories were not.”

Há algumas semanas recebi a notícia de que um dos meus autores de young adult preferidos, John Green, estava de visita marcada ao Brasil. Estava cheia de expectativas para conhecê-lo até que percebi que a visita que ele faria seria pela FOXFilm para promover o filme que foi adaptado de sua obra literária, Cidades de Papel, e não pela editora para algum evento como sessão de autógrafos.

Já tinha desistido e ficado cabisbaixa porque ele viria especificamente para uma cidade tão próxima da minha e não haveria chances para mim de conhecê-lo. Participei de todas as promoções possíveis, já sem esperança, até que… ganhei uma! Acordei com um convite da Editora Intrínseca, responsável pela maior parte das publicações do autor no Brasil, me presenteando com um par de ingressos para a première do filme com a presença do John Green e do Nat Wolff, o ator que protagoniza Quentin Jacobsen na adaptação.

Fiquei extremamente feliz e só conseguia pensar na extraordinariedade disso tudo até o dia no evento – na verdade estou pensando até hoje. Cheguei mais cedo pois o John prometeu chegar às 20h no local do evento para atender os fãs antes da sessão. Com meu ingresso bem escondido na bolsa (HAHA) me juntei a multidão de fãs que ansiava algum contato com o autor.

Odeon

Fãs lotando a frente do Cine Odeon no dia do evento.

Quando ele chegou, mais ou menos no horário previsto, eu estava exatamente na entrada do tapete vermelho e por isso fui uma das primeiras que ele atendeu. Havia muitos seguranças nos separando dele, e por isso foi difícil conseguir uma foto. Apesar disso, consegui um autógrafo e quase perdi meu livro porque ele não sabia para quem devolver! “Whose book is this?”, falou meio perdido. Morri de rir, mas ele conseguiu me encontrar e entregou o livro para mim!!!

.

Não consigo parar de olhar para o meu livro autografado!

Ele próprio relatou que nunca havia sido recepcionado de forma tão intensa. “Eu sempre sonhei em ser um jogador de futebol, mas hoje à noite eu ouvi meu nome como uma canção, então, é quase tão bom quanto”, disse em entrevista para o Adoro Cinema.

Depois do nosso breve contato, entrei na sessão para conseguir um bom lugar no cinema. Não podíamos entrar com celulares ou equipamentos eletrônicos, por isso não pude registrar os momentos lá dentro. Em cima de cada assento havia uma caixinha com biscoito globo, marcador, botom, pingente da editora, lenços de papel e água, também ganhamos Guaraná black, que patrocinava o evento.

Antes da sessão começar, o autor foi chamado para um discurso. Foi nesse momento que ele passou exatamente por mim, no corredor, para ir a frente. Ele é uma pessoa ótima e gentil e um dos autores mais incríveis que já tive o prazer de ler, e vê-lo passar ali na minha frente sem ter o meu fangirl moment foi muito difícil, acredite.

Discurso antes da sessão

Discurso antes da sessão – Foto: Divulgação FOXFilm do Brasil

Ele agradeceu aos fãs e contou a experiência da adaptação do livro e da viagem ao país. Falou sobre o elenco, a produção, os desafios e a intencionalidade da sua obra. Me senti privilegiada de estar assistindo àquilo tudo de primeira mão e ao vivo, e me lembro de ter consciência de estar vivenciando um dos momentos mais incríveis do qual já sonhei.

John Green deixou o palco finalizando: “As they say in my hometown: don’t forget to be awesome.”, levando consigo o desfecho de uma noite inesquecível para mim, para os fãs brasileiros e tenho certeza, para ele também.

A minha crítica do filme vocês podem conferir aqui.

Este slideshow necessita de JavaScript.